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Métodos de administração da Nutrição Enteral

Administração em 'bolus"

  • Consiste em infundir de 200 a 300 ml da dieta enteral, com seringa de 20 a 60 ml, a cada 3-4 horas, durando a infusão pelo menos 15 a 30 minutos, infundindo-se lentamente, usando a força da gravidade sobre o êmbolo da seringa ou exercendo uma pressão mínima sobre ele. É importante manter a seringa conectada ao equipo de infusão ou diretamente à sonda, 30 a 40 cm acima do ombro do paciente, de modo a não se fazer pressão adicional. Este método só é recomendado para infusão intragástrica, pois o estômago é osmorregulador, tem capacidade para receber o volume desejado, diferentemente do intestino, que não tem reserva de volume.
  • Irrigar a sonda com 20 ml de água potável depois de cada administração.
  • Ao terminar a administração da dieta, lavar o equipo e a seringa com água potável e sabão para evitar contaminação, tomando o cui­dado de retirar completamente qualquer ves­tígio de sabão. No contexto domiciliar, reco­menda-se que o equipo permaneça guardado na geladeira enquanto não estiver sendo utilizado para reduzir a proliferação bacte­riana relacionada com os restos alimentares.
  • Por ser um método simples, é facilmente aprendido e praticado pelos familiares em casa.

 

Administração intermitente

  • Consiste na administração de 200 a 300 ml de dieta durante 20 a 35 minutos, a cada 4-6 horas. A infusão é livre, deixando-se fluir através do equipo, apenas impulsionada pela força da gravidade. A pinça rolete reguladora do fluxo do equipo de infusão deve ficar totalmente aberta e a velocidade será determinada pela altura em que for colocado o frasco ou bolsa de nutrição enteral. Colocar o frasco em suporte móvel, que permita regular a altura. A pressão intragástrica determinará a altura na qual se deve colocar a dieta enteral para obter-se um fluxo constante.
  • Pode-se começar com volume de 40 a 60 ml/h nas 24 horas, 8 vezes por dia, progredindo de acordo com a tolerância, até alcançar as calorias necessárias para o paciente nas 24 horas. Assim que essas calorias forem alcançadas, se possível, deve-se respeitar o período noturno de pelo menos 6 horas sem dieta.
  • Evitar que a velocidade de infusão da dieta ultrapasse 140 gotas por minuto, pois velocidades superiores podem alterar o ritmo intestinal do paciente e produzir diarreia.
  • Infundir 20 ml de água potável após a administração da dieta, a fim de evitar a oclusão da sonda.
  • Nesta técnica, utilizam-se frascos ou bolsas, sistema aberto ou fechado. A vantagem desse método é a liberdade para o paciente comer e deambular nos intervalos, favorecendo o melhor aproveitamento dos nutrientes, especialmente o nitrogênio. Outra vantagem é a redução dos custos e o fácil manuseio em nível ambulatorial.
  • Uma desvantagem é o risco de infundir a fórmula enteral em velocidade superior à indicada pela EMTN, provocando diarreia. Em geral, essa complicação decorre da falta de treinamento do pessoal de saúde encarregado de administrar a dieta.

 

Em crianças, a administração intermitente (cada 2-3 horas) é mais fisiológica e melhor tolerada.

Administração cíclica

  • Consiste na administração contínua das fórmulas enterais por períodos de 10 a 16 horas por dia, o que permite que o paciente deambule e faça fisioterapia. Pode ser infundida no período noturno e é utilizada em geral quando o paciente está na fase de transição da dieta enteral para a oral.

 

Administração contínua

  • É a infusão contínua de nutrientes durante as 24 horas. Indicada para pacientes com sondas posicionadas no jejuno ou para evitar diarreia osmótica. Oferece maior segurança em pacientes em estado crítico e na fase inicial da nutrição enteral, para testar a tolerância.

 

  

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